PANDEMIA

Dourados transfere nesta sexta oito pacientes Covid da UPA para vagas de UTI em Rondônia

Pacientes atendidos na transferência estão na UPA e, conforme avaliação médica, têm condições de suportar viagem até o Estado de Rondônia; eles seguem para Campo Grande de ambulância e depois em avião da FAB - Crédito: Arquivo / Dourados News / Hedio Pacientes atendidos na transferência estão na UPA e, conforme avaliação médica, têm condições de suportar viagem até o Estado de Rondônia; eles seguem para Campo Grande de ambulância e depois em avião da FAB - Crédito: Arquivo / Dourados News / Hedio

A Secretaria Municipal de Saúde de Dourados transfere nesta sexta-feira (4) oito pacientes Covid que estão internados na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) para vagas de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) disponibilizadas em Porto Velho, capital do Estado de Rondônia.

A informação foi divulgada pela assessoria de comunicação da prefeitura. A transferência está sendo coordenada de forma conjunta pela Central de Regulação Estadual, município e também a Funsaud (Fundação de Serviços de Saúde de Dourados), responsável pela administração da UPA e do Hospital da Vida, que são duas unidades de referência no atendimento a infectados pelo coronavírus.

Conforme as informações, os pacientes saem em ambulâncias do município com direção a Campo Grande, por volta das 6h. Na capital, serão embarcados em um avião da FAB (Força Aérea Brasileira) com saída de voo prevista para as 11h. Durante o trajeto, eles serão assistidos por profissionais de saúde como médico e enfermeiro, para que seus quadros de saúde se mantenham estáveis.

Ainda conforme as informações da assessoria da prefeitura, as pessoas que serão atendidas nesta transferência para Rondônia têm entre 29 e 79 anos e foram escolhidas seguindo critérios médicos e parâmetros estabelecidos pela Central de Regulação Estadual.

Isso porque esses pacientes precisam ter condições de suportar, sem riscos, uma viagem aérea, considerando a viagem e distância. Todos são de Dourados e segundo os médicos que os atenderam na UPA, têm o melhor prognóstico de recuperação da Covid, necessitando de acompanhamento em um leito semi-intensivo.

Para que a transferência se concretizasse foi necessária a autorização dos familiares e também dos próprios pacientes. Segundo a diretora técnica da Funsaud, Ângela Marín, a justificativa para a transferência é a “garantia da saúde do paciente, bem como, vazão do fluxo de pacientes na fila de espera de leitos hospitalares para atendimento Covid”.

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